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Acordo garante conquistas na Vale, em Simões Filho

Geral, 04 de Dezembro de 2018 às 16:46h

Após muita negociação e determinação do Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, foi assinada no último dia 26 de novembro a renovação do Acordo Especifico de Turno na Vale Simões Filho, por um período de dois anos, a contar do 1º de agosto de 2018 até 31 de julho de 2020. 


Entre as principais conquistas do acordo estão a manutenção dos 18% (dezoito por cento) de adicional de revezamento de turno e da atual escala de turno revezamento, além do cartão de alimentação para todos os empregados da usina, que passará para R$ 490,00 (quatrocentos e noventa reais), retroativo a 1º de agosto de 2018. 


Excepcionalmente no mês de dezembro de 2018, o valor do cartão de alimentação será creditado em dobro somado à diferença dos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro, totalizando um crédito no valor de R$1.060,00 (hum mil e sessenta reais). Em 01.08.2019 o valor do cartão passará para R$520,00 (quinhentos e vinte reais), excepcionalmente no mês de novembro de 2019 esse valor será creditado em dobro no valor de R$1.040,00 (hum mil e quarenta reais). 


O Sindicato chamou atenção dos empregados da Vale para a importância da união e unidade entre trabalhadores e Sindicato, para fortalecer a luta por mais direitos. Para isso, é fundamental a sindicalização. Procure um diretores de base do Sindicato na Vale e faça sua sindicalização. 


O começo das negociações foi marcado pela intransigência da Vale, que queria impor à força a retirada total do adicional de revezamento de turno e de verba indenizatória para quem trabalha neste tipo de horário. Com a reforma trabalhista e o fim do Ministério do Trabalho, a luta da classe trabalhadora ficará mais difícil e o trabalhador exposto vai sofrer ainda mais. O Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho já obteve diversas vitórias na Justiça contra a Vale, a favor dos trabalhadores, a exemplo do processo do transporte e dos 4%, onde muitos que não eram sindicalizados foram contemplados. 


E a luta na Vale continua, pois a empresa vem descumprindo a CCT, cláusula 39ª - Homologações, onde diz que as homologações das rescisões contratuais serão feitas preferencialmente no Sindicato. Entre as grandes corporações, a Vale é a que mais pegou pesado com seus empregados, após reforma trabalhista. É preciso que o trabalhador se associe, pois só assim poderá ser defendido pelo STIM Simões Filho.

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